Grupo Escoteiro Velha Figueira 260°/SP

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Encerrando Conhecendo a APA... GRUPO O GUARUÇÁ


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Veja algumas de nossas apresentações. Clique na figura correspondente ao video que desejar assistir.



Ouça as faixas do cd   " O Auto do Boi de Conchas "

  01 - A lenda do boi de conchas
02 - Introdução Sumidouro
03 - Sumidouro
04 - Seres da Lua Cheia
05 - Namoro
06 - Nascimento
07 - Ratambufe
08 - Tropeiro Cipriano
09 - Destino do Boi
10 - Serra Abaixo
11 - Abate Final
12 - Ciranda Mar
13 - Da Serra pro Mar
14 - Sonho sem Fim
15 - Vovô Lindolfo

Ficha técnica:

Locução: Analu, Julio Mendes, Marisa Taguada e Luiz Gustavo Balio
Voz: Julio Mendes
Backing Vocals: Marisa Muniz, Marisa Taguada, Aninha Fernandes e Aládia Góis
Violão: Pedro Carpinetti
Baixo: Carlos Henrique e Pedro Carpinetti
 Programação: Pedro Carpinetti
Percussão: Geraldo Gato
Viola: Frazão Neres

Arranjos: Pedro Carpinetti e Julio Mendes
Projeto Gráfico: Paula Muniz

Gravado, Mixado e Masterizado no estúdio Covil do Gato - Ubatuba - SP, entre maio e dezembro de 2008.
Produção: Pedro Carpinetti

4° Parada do Conhecendo a APA... MUSEU CAIÇARA


Onde o português e o índio se uniram. A população tradicional caiçara é hoje um dos últimos traços visíveis do momento da criação do povo brasileiro.
Caiçara - Desenho: © Arq. Gilmar RochaAmanhecer - Foto: © "Pepê" Schettino
CULTURA CAIÇARA
Fazendo parte das culturas litorâneas brasileiras, os caiçaras representam um forte elo entre o homem e seus recursos naturais, gerando um raro exemplo de comunidade harmônica com o seu ambiente. Cotidianamente, turistas e aventureiros que buscam o litoral Sudeste como abrigo para as suas férias, travam contato, sem saber, com uma das mais belas e antigas culturas brasileiras.
Como uma das poucas culturas relativamente preservadas na região mais povoada do Brasil (entre Rio e São Paulo), os caiçaras são objeto de estudo de vários Centros de Pesquisa do sudeste.
Apresentamos um pequeno panorama desta cultura que viveu quase um século em parcial isolamento e hoje passa a travar contatos, cada vez maiores, com o universo urbano.
ORIGEM DOS CAIÇARAS Crianças - Foto: © "Pepê" SchettinoFoto: © Daniel Toffoli
No Brasil, há inúmeras nações indígenas. No entanto, no ato da colonização, os índios foram gradativamente sendo exterminados de nosso litoral, deixando heranças que ainda hoje se perpetuam. Os caiçaras são um exemplo vivo desta combinação índio/colono, terra/mar - que se estabeleceram nos costões rochosos, restingas, mangues e encostas da Mata Atlântica.
A palavra caa-içara é de origem tupi-guarani. Separadas, as duas palavras sugerem uma definição: caa significa galhos, paus, "mato", enquanto que içarasignifica armadilha.
A idéia provinda desta junção seria, à primeira vista, uma armadilha de galhos. O termo, porém, denomina as comunidades de pescadores tradicionais dos Estados de São Paulo e Paraná e sul do Rio de Janeiro.
Com poucos contatos com o "mundo de fora", os caiçaras evoluíram aproveitando os recursos naturais à sua volta, que resultou numa grande intimidade com o ambiente. Povo anfíbio, entre o mar e a floresta, estas pequenas comunidades tentam, ainda hoje, preservar seus valores de grupo. Seus territórios - praias e enseadas - são de difícil acesso, por vezes protegido por Unidades de Conservação. Atualmente estas terras são alvo da especulação imobiliária, devido à sua beleza e excelente estado de conservação.
PESCA Remo e rede - Foto: © "Pepê" SchettinoRancho de canoas - Foto: © "Pepê" SchettinoCanoa caiçara - Foto: © "Pepê" Schettino
Os pequenos e médios barcos a motor vieram fazer parte desta cultura nos meados da década de 60. Antes deste período, a agricultura era a atividade primária. O homem caiçara passou de lavrador para pescador e, hoje, podemos dizer que a pesca é a principal atividade do homem caiçara.
O aparelhamento e as embarcações sobreviveram de processos indígenas, ao passo que, na captura, predominam os elementos da cultura portuguesa. A poita, indígena, é nada mais do que uma âncora primitiva, empregada para canoas e redes.
É dela que provêm expressões comuns dos caiçaras como: canoa poitada, poitado na cama, saiu da poita etc. O termo em tupi significa parar ou estar firme. Também é possível identificar heranças na pesca provindas da imigração japonesa, como é o caso do cerco.
Os aparelhos de pesca são divididos em três grupos:
1) destinados a ferrar o peixe (arpão, fisga, anzol, espinhel);
2) as redes de emalhar e as de envolver e
3) armadilhas, fixas ou flutuantes.
Com estes, o homem caiçara pesca no "mar de dentro" para sua subsistência. O arrasto da tainha merece atenção especial, pois se trata de um momento de congregação da comunidade, onde todos trabalham para todos.
Com uma rica noção de pesca adquirida ao longo do tempo, os caiçaras começaram a trabalhar em barcos pesqueiros há cerca de 30 anos. Hoje, a maioria dos homens adultos são empregados em grandes barcos de sardinha, levando-os a pescar no "mar de fora", desde Cabo Frio até a divisa com o Uruguai. Recebem porcentagens da pesca de acordo com sua especialidade e, em épocas de proibição da pesca ("defeso"), desembarcam de volta aos seus lares.
AGRICULTURA A roça - Foto: © "Pepê" SchettinoCorte da raiz de mandioca - Foto: © Daniel Toffoli
O sistema de cultivo utilizado pelos caiçaras tem marcada influência indígena. Comumente chamada de coivara ou roça de toco, esta técnica itinerante consiste, basicamente, na derrubada e queima da mata para utilizar o terreno para cultivo, seguindo-se um período de pousio, isto é, um "descanso" da terra. Observam-se elementos da cultura indígena tanto no manejo do ambiente como nos produtos, já processados, da roça.
A agricultura caiçara serve como complemento alimentar dos pescadores e seu principal produto é a farinha de mandioca - consumida em quase todas as refeições - que desde os tempos imemoriais se trata de um substituto do pão europeu e, por isso mesmo, chamada de "pão dos trópicos". Existe, ainda, uma infinidade de produtos secundários e ervas medicinais. Seus principais produtos são: mandioca, milho, cana, feijão, guandu, inhame, entre outros.
Ao contrário do que possa parecer, a roça caiçara não se trata de uma agricultura "primitiva", mas uma tecnologia aprimorada que se desenvolveu frente às condições tropicais. Pesquisas recentes indicam ser esta forma de cultivo um sistema agrícola auto-sustentável. No entanto, a agricultura vem perdendo espaço e interesse dentro das comunidades, por causa da perda da noção do poder aquisitivo que acarreta na compra de alimentos nas cidades mais próximas.
A extração de madeira para diversos fins como lenha, construção de canoas e casas etc., esbarra muitas vezes em proibição das leis que regem algumas Unidades de Conservação. Os caiçaras ficam assim limitados em seu próprio território. No entanto, uma das interessantes extrações é verificada na Comunidade do Aventureiro (Ilha Grande - RJ) onde os caiçaras retiram a casca do cobi (Anadenanthera colubrina) e a levam ao fogo para retirar sua resina. Esta é aplicada nas redes de pesca com a finalidade de fortalecer a malha, ficando com uma tonalidade vermelha.
Plantas são também usadas para uma grande variedade de propósitos, como alimento, medicina, construção, entre outros. O conhecimento dos caiçaras sobre ervas medicinais é bastante vasto, sendo objeto de inúmeras pesquisas. Este etnoconhecimento se traduz desde plantas tradicionalmente usadas na medicina popular, até usos medicinais de certas espécies de peixes. Esse intenso uso demonstra a forte interação homem/ambiente mantida numa cultura extremamente próxima às maiores cidades brasileiras.
O POVO Foto: © "Pepê" SchettinoIgreja - Foto: © "Pepê" SchettinoFamília caiçara - Foto: © "Pepê" Schettino
Existem duas principais relações de trabalho nestas comunidades: a pesca, que agrega toda a comunidade e a agricultura, cujos limites são exclusivamente familiares. Ademais, ainda combinam atividades de coleta, extrativismo e artesanato.
A associação do peixe com a farinha de mandioca é um dos aspectos mais gerais da dieta deste povo, que se vê hoje dividido entre a necessidade de dinheiro expressa pela intensa relação com a cultura urbana e o receio de perder sua identidade de grupo de pescadores artesanais situados em áreas preservadas.
Os caiçaras são, originalmente, um povo de religião católica, herança esta gerada pelo colono português. Há várias festas relacionadas ao catolicismo, porém a mais famosa acontece no mês de maio em homenagem à Cruz (Santa Cruz). É necessário que se realize no "claro", isto é, na lua cheia, para que todos possam comparecer. A cada ano é escolhido o festeiro - figura central na organização da festa - que, por sua vez, escolhe outros responsáveis. Durante três dias, a comunidade estará ocupada na realização da Festa de Santa Cruz.
O primeiro evento da festa é a ladainha na igreja na sexta. Já no sábado, os convidados chegam e se iniciam os batizados e mais ladainha. O último dia é mais intenso, com uma "missa festiva" com o padre mais próximo e finalmente a procissão. Andores, bastante decorados, recebem imagens de santos enquanto rezas e músicas são entoadas ao longo da extensão da praia percorrida. Após a procissão, é comum a realização de um leilão que arrecadará fundos para a festa do próximo ano.
Atualmente várias comunidades caiçaras fazem parte de Igrejas Pentecostais e Associações, dado o forte grau de contato das últimas décadas. Igrejas da Assembléia do Reino de Deus e Congregação de Cristo estão se tornando comuns e se espalhando rapidamente, o que faz com que o Catolicismo tradicional, suas festas e rituais vão se tornando cada vez mais raros e, também, são responsáveis por alguns conflitos entre comunidades.
MAIS SOBRE OS CAIÇARAS Crianças - Foto: © "Pepê" SchettinoVila - Foto: © "Pepê" Schettino
Abaixo, algumas publicações sobre os caiçaras selecionadas pelos autores:
· ADAMS, C. Caiçaras na Mata Atlântica: pesquisa científica versus planejamento e gestão ambiental. Dissertação de Mestrado. Pós-Graduação em Ciência Ambiental, USP, São Paulo.
· BEGOSSI, A. 1989. Food Diversity and Choice, and Technology in a Brazilian Fishing Community. PhD Dissertation, University of California, Davis, USA (UMI # 8919534).
· BEGOSSI, A. 1995. Cultural and Ecological Resilience among Caiçaras of the Atlantic Forest Coast and Caboclos of the Amazon (Brazil). (no prelo) In: Linking Social and Ecological Systems for Resilience and Sustainbility. F. Barkes & C. Folke (eds.). The Beijer International Institute of Ecological Economics.
· BORN, G. C. C., O. A. FÁVERO & S. PAVAN. 1994. Traditional Communities and Protected Areas: study case of the Ecological Station of Juréia-Itatins, Atlantic Rainforest, São Paulo, Brazil. In: IV International Congress on Ethnobiology, nov. pp. 17-21, Lucknow, India.
· BRITO, M. C. W. de. 1995. Unidades de Conservação: intenções e resultados. Dissertação de Mestrado, PROCAM-USP, São Paulo.
· CANELADA, G. V. M. & P. JOVCHELEVICH. 1992. Manejo Agroflorestal das Populações Tradicionais da Estação Ecológica Juréia-Itatins. In: 2º Congresso Nacional sobre Essências Nativas, 29 Mar. - 3 Abr., São Paulo. pp. 913-919. Anais Rev. Inst. Flor., São Paulo, v. 4 mar. 1992.
· DELAMONICA P. 1997. Florística e estrutura de floresta atlântica secundária - Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, Ilha Grande, RJ. M. Sc. Thesis, Universidade de São Paulo. 113 p.
· DIEGUES, A. C. 1988. Diversidade Biológica e Culturas Tradicionais Litorâneas: O Caso das Comunidades Caiçaras. NUPAUB, Universidade de São Paulo.
· DIEGUES, A. C. 1994. O Nosso Lugar virou Parque. NUAPUB, Universidade de São Paulo. 187 p.
· FRANÇA, A. 1954. A Ilha de São Sebastião. Estudo de Geografia Humana. USP/FFCL, Boletim nº 178, Geografia nº 10, São Paulo. 196 p.
· MARCÍLIO, M. L. 1986. Caiçara: Terra e População. Estudo de Demografia Histórica e da História Social de Ubatuba. Edições Paulinas - CEDHAL, São Paulo. 246 p.
· MILANELO, M. 1992. Comunidades Tradicionais do Parque Estadual da Ilha do Cardoso e a Ameaça do Turismo Emergente. In: 2º Congresso Nacional sobre Essências Nativas, 29 Mar. - 3 Abr., São Paulo. pp. 1109-1111. Anais Rev. Inst. Flor., São Paulo, v. 4 mar. 1992.
· MOURÃO, F. 1988. Pescadores do Litoral Sul do Estado de São Paulo. Ciências Sociais e o Mar no Brasil: Coletânea do II Encontro, NUPAUB-USP, São Paulo, Série Documentos e Relatórios de Pesquisa. pp. 76-78.
· MUSSOLINI, G. 1980. Ensaios de Antropologia Indígena e Caiçara. Ed. Paz e Terra, Rio de Janeiro. 289 p.
· OLIVEIRA, R. R., D. F. LIMA, P. DELAMONICA, D. D. G. TOFFOLI & R. F. SILVA. 1994. Roça Caiçara: um sistema "primitivo" auto-sustentável. Ciência Hoje 18 (104): pp. 44-51.
· OLIVEIRA, R. R. 1996. O Rastro do Homem na Floresta: A construção da paisagem da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul a partir de intervenções antrópicas. Albertoa 4 (10): pp. 109-116.
· ROSSATO, S.C. 1996. Utilização de Plantas por Populações do Litoral Norte do Estado de São Paulo. Dissertação de Mestrado, Instituto de Biociências - USP, São Paulo.
· SCHMIDT, C. B. 1958. Lavoura Caiçara. Ministério da Agricultura, Serviço de Informação Agrícola, Rio de Janeiro, Documentário da Vida Rural nº 14. 79 p.
· SIQUEIRA, P. 1984. Genocídio dos Caiçaras. Ed. MASSAO ONO/J. Guarnelli Editores, São Paulo. 104 p.
· TOFFOLI, D. D. G. 1996. Aspectos Agroecológicos de uma Roça Caiçara. In: I Simpósio de Etnobiologia e Etnoecologia, Feira de Santana, BA. Resumos. março 1996. 82 p.
· TOFFOLI, D. D. G. 1996. Roça Caiçara: uma abordagem etnoecológica de um sistema agrícola de herança indígena. Monografia - Bacharelado em Geografia e Meio Ambiente - Pontifícia Universidade Católica/PUC-Rio. Departamento de Geografia e História. 76 p.
· TOFFOLI, D. D. G. & OLIVEIRA, R. R. 1997. Caiçara Agroforestry Management. (no prelo) Volume "Human Values of Biodiversity", UNEP. Cambridge University Press.
· VIANNA, L. P. 1996. Considerações Críticas Sobre a Construção da Idéia de Populações Tradicionais no Contexto das Unidades de Conservação. Dissertação de Mestrado em Antropologia, FFLCH-USP, São Paulo.
· VIANNA, L. P. 1992. Vila de Picinguaba: o caso de uma comunidade caiçara no interior de uma área protegida. In: 2º Congresso Nacional sobre Essências Nativas, 29 Mar. - 3 Abr., São Paulo. pp. 1067-1073. Anais Rev. Inst. Flor., São Paulo, v. 4 mar. 1992.
Porém, se você quiser saber quais são os trabalhos, artigos científicos, teses etc., sobre os caiçaras, dê um "download" no arquivo caiçaras.zip (arquivo comprimido da planilha caicaras.xls) da pesquisadora Cristina Adams, que contém cerca de 180 referências.
Autores: Daniel Toffoli e Gustavo Mansur

3° Parada do Conhecendo APA...PROJETO TAMAR


Promovendo a integração do Homem com o Meio Ambiente
 BASE DO PROJETO TAMAR
 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E INCLUSÃO SOCIAL
 SAIBA MAIS SOBRE UBATUBA
 
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Projeto Tartarugas Marinhas - TAMAR foi criado em 1980 para proteger da extinção as cinco espécies de tartarugas que utilizam o litoral brasileiro para se alimentar e se reproduzir.
Desde 1991, o TAMAR vem atuando em Ubatuba, Litoral Norte de São Paulo, desenvolvendo o programa de proteção das espécies em áreas de alimentação, com atividades voltadas à educação ambiental, pesquisa científica e ações sociais e comunitárias envolvendo os moradores locais.

TAMAR - Ubatubabarco.jpg (12838 bytes)
Com o apoio voluntário dos pecadores já foram salvas e marcadas mais de 5 mil tartarugas marinhas presas em redes de pesca.
A Base do Tamar conta com  um Centro de Visitantes  onde estão expostos em tanques e aquários exemplares vivos de quatro espécies de tartarugas marinhas, réplicas e silhuetas em tamanho natural,painéis fotográficos bilingues português/inglês,
museu com peças biológicas, auditório para exibição de vídeos educativos, sala de recreação infantil, loja de souvenirs  e lanchonete.
TAMAR - UbatubaTAMAR - UbatubaTAMAR - Ubatuba
Os visitantes são atendidos por monitores especialmente treinados e prontos a prestar informações sobre  o TAMAR e as tartarugas marinhas.
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Horários de funcionamento:
Durante férias escolares ( dezembro a março e julho): todos os dias das 10 às 20 horas.  Durante o período letivo: Domingo, 2ª, 3ª, 5ª feiras das 10 às 18 horas.Feriados, 6ª feira e sábado: das 10 às 20 horas e às 4ªs feiras, fechado para manutenção.
Visite o TAMAR! Adote uma Tartaruga!
a
PROJETO TAMAR-IBAMA - BASE UBATUBA
Rua Antonio Athanasio da Silva, 273
Itaguá - Ubatuba - SP - Brasil - CEP 11680-000
Fone: (0XX12) 3832-6202 / (0XX12) 3832-7014

e-mail: tamaruba@tamar.org.br
a

2° Parada do Conhecendo a APA... Aquário de Ubatuba





Preserve a Vida Marinha




Bem-vindo ao Aquário de Ubatuba



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O Aquário de Ubatuba é um empreendimento privado, fundado em Janeiro de 1996 por  um grupo de oceanólogos. Os mares e Oceanos ocupam mais de 70% da superfície do planeta e são fundamentais para a existência e propagação da própria vida, incluindo a do ser humano.


Essa importância inspirou a criação deste projeto, que possui como principal objetivo a preservação dos ambientes costeiros e marinhos através da educação ambiental e da pesquisa aplicada. Viaje pelo nosso site e conheça mais sobre o Aquário de Ubatuba.
O Aquário de Ubatuba oferece aos seus visitantes a oportunidade de conhecer de perto um pouco do complexo mundo marinho, tendo entre seus atrativos 12 tanques de água salgada (entre eles um dos maiores tanques marinhos do Brasil, com 80.000 litros), com representantes da fauna local e de outros oceanos.



Aquário de Ubatuba
Rua Guarani, 859 - Itaguá - Ubatuba - SP
Telefax:(012) 3834.1382
e-mail: staff@aquariodeubatuba.com.br

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Primeira Parada do Conhecendo APA... Núcleo Picinguaba



BEM-VINDO AO NÚCLEO PICINGUABA DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR
Criado em 1977, o Parque Estadual da Serra do Mar (PESM) é o maior parque paulista, com 315.390 ha, destinados à preservação, à educação ambiental, à valorização da cultura local e à pesquisa científica.

 

 

 
 
No Município de Ubatuba, o Parque Estadual da Serra do Mar abrange uma área de aproximadamente 47.500 ha, administrada à partir de um Núcleo operacional localizado no distrito de Picinguaba, fronteira com o Estado do Rio de Janeiro. Em seus arredores são encontrados praticamente todos os ecossistemas representativos da mata atlântica, desde manguezais e vegetação de planície litorânea com altíssimos índices de biodiversidade, até pequenas ocorrências de campos de altitude nos seus pontos culminantes, como a Pedra do Espelho (1670m) e os picos do Corcovado (1150m) e Cuscuzeiro (1275m) em Ubatuba.
É o único trecho do PESM que atinge o nível do mar, protegendo assim os ecossistemas costeiros, cinco praias e também duas vilas (Cambury e Picinguaba) cujos moradores ainda mantém aspectos de sua cultura tradicional, constituindo alguns dos últimos redutos caiçaras do litoral norte. E ainda, trata-se de um ponto ambientalmente estratégico por unir o PESM com o Parque Nacional da Serra da Bocaina através de uma sobreposição das duas unidades, integrando ambas a um conjunto formado ainda pela Área de Proteção Ambiental do Cairuçu e Reserva Ecológica da Joatinga, já no município de Paraty/RJ.
É um pouco dessa diversidade ambiental e cultural que você vai conhecer. Navegue conosco e desfrute um pouco de uma das mais belas regiões do País, conheça o trabalho que o Instituto Florestal realiza na gestão do Parque, escolha as melhores opções de programas e agende sua visita conosco.
 
BR 101 Km 08 Cx Postal 157
11680-000 Ubatuba SP
Fone/fax (12) 3832 9062
 
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