domingo, 1 de janeiro de 2012

Especialidades ramo CULTURA


Cultura

O Ramo CULTURA envolve as manifestações artísticas e outras relacionadas com os mais variados aspectos da natureza cultural.
Os distintivos adquiridos, são usados na manga direita do uniforme.
Arte do MarinheiroArte em Origami
Artes CênicasArtes Gráficas
ArtesanatoColeções
Cultura BrasileiraDança
Dança FolclóricaEstudos da Bíblia
FotografiaGenealogia
História AeroespacialHistória Brasileira
História LocalHistória da Arte
História MarítimaLeis
LeituraLiteratura
MúsicaOratória
PinturaPintura e Desenho Artístico
Pintura em TelaPlastimodelismo
Tradições IndígenasTradições

Especialidades informações


Ciências e Tecnologia

O Ramo CIÊNCIAS E TECNOLOGIA inclui todos os assuntos de natureza científica ou tecnológica, e cobre temas que vão desde a agricultura até a cibernética.
Os distintivos adquiridos, são usados na manga direita do uniforme.
AeromodelismoAprendiz de Planador
AquariofiliaArqueologia
ArquiteturaAstronomia
ComunicaçõesEletrônica
EnergiaEngenharia
Engenharia SanitáriaInformática
MeteorologiaMineralogia
OceanologiaPaleontologia
QuímicaTécnica Aeronáutica
Zoobotânica 

Especialidades


Especialidades

Especialidade é um conhecimento ou uma habilidade particular que se possui sobre um determinado tema.
Para que alguém se torne um especialista sobre determinado assunto, é preciso dispor de tempo, estudar muito e dedicar-se com afinco. As especialidades propostas pela U.E.B. pretendem ser o ponto de partida, estimulando a obtenção e o exercício de habilidades em torno de um ponto específico, ajudando-o a desenvolver novas aptidões, motivando a exploração de novos interesses e como conseqüência, ajudando-o a se tornar uma pessoa melhor preparada para enfrentar a vida.
Lembre-se que a conquista de uma Especialidade não o torna um especialista, porém pode ser um bom começo, pois você poderá ter contato com os mais variados temas, para mais tarde, eleger aquele ou aqueles em que você efetivamente vai querer se especializar, quem sabe até definindo sua futura profissão.

REGRA 155 P.O.R. – DISTINTIVOS DE ESPECIALIDADES
Atendidas as exigências formuladas no GUIA DE ESPECIALIDADES, a Diretoria do Grupo, por proposta do responsável pela Seção, conferirá ao lobinho, ao escoteiro ou ao sênior o direito de usar distintivos de Especialidades, consoante as seguintes normas:
a) As Especialidades estão distribuídas em 5 Ramos de Conhecimentos, a saber: Ciência e Tecnologia, Cultura, Desportos, Serviços e Habilidades Escoteiras;
b) Cada Especialidade poderá ser conquistada em 3 (três) níveis progressivos, Nível 1, Nível 2 e Nível 3, que se distinguem pela complexidade e pelo grau de dificuldade dos requisitos estabelecidos para sua conquista, não guardando qualquer relação com os Ramos em que se desenvolve a progressão escoteira;
c) Cada conquista será assinalada pela outorga de um distintivo específico para a Especialidade no Nível conquistado, e do Certificado de Especialidade apropriado, conforme estabelece o GUIA DE ESPECIALIDADES;
d) Lobinhos, Escoteiros e Seniores utilizarão no traje ou uniforme apenas o distintivo de Nível mais elevado de cada Especialidade conquistada.
Os distintivos de Especialidades são bordados sob a forma de sextavado, com 4 cm de largura, com fundo em amarelo para o Nível 1, verde para o Nível 2 e grená para o Nível 3. Contém nome e o desenho correspondente a cada Especialidade, Ramo de Conhecimentos em marca d´água, e a denominação ESCOTISMO. Os distintivos de Especialidades correspondentes aos Ramos de Conhecimentos Habilidades Escoteiras e Serviços são usados na manga esquerda da camisa do uniforme ou traje escoteiro, sendo os demais usados na manga direita.
Especialidade Acampador - Nível 1
Acampador - Nível 1
Especialidade Acampador - Nível 2
Acampador - Nível 2
Acampador - Nível 3
Acampador - Nível 3

Progressão



Ramo Escoteiro

Ao final do Período Introdutório o escoteiro passará pela Cerimônia de Integração. Nela receberá o lenço do seu Grupo Escoteiro e o seu primeiro Distintivo de Progressão. Neste momento também poderá fazer sua Cerimônia de Promessa e receber seu Distintivo de Promessa. Ao final do Período Introdutório passará pela Cerimônia deIntegração. Nela receberá o lenço do seu Grupo Escoteiro e o seuprimeiro Distintivo de Progressão. Neste momento também poderá fazer sua Cerimônia de Promessa e receber seu Distintivo de Promessa.


Pista
Ao iniciar sua progressão na Etapa de Pista, o Escoteiro passa a usar na manga esquerda da camisa, na altura do terço médio do braço, e até substituí-lo pelo distintivo da etapa seguinte, o distintivo correspondente a esta etapa de progressão.


Trilha
Ao iniciar sua progressão na Etapa de Trilha o Escoteiro passa a usar na manga esquerda da camisa, na altura do terço médio do braço, e até substituí-lo pelo distintivo da etapa seguinte, o distintivo correspondente a esta etapa de progressão.


Rumo
Ao iniciar sua progressão na Etapa de Rumo o Escoteiro passa a usar na manga esquerda da camisa, na altura do terço médio do braço, e até substituí-lo pelo distintivo da etapa seguinte, o distintivo correspondente a esta etapa de progressão.


Travessia
Ao iniciar sua progressão na Etapa de Travessia o Escoteiro passa a usar na manga esquerda da camisa, na altura do terço médio do braço, e até substituí-lo pelo distintivo da etapa seguinte, o distintivo correspondente a esta etapa de progressão.
Cordão Verde e Amarelo
Concedido pela Diretoria do Nível Local a que se encontra vinculado o jovem, por proposta dos escotistas da Seção, ao Escoteiro especialmente recomendado pela Corte de Honra de sua Tropa que possuir, no mínimo, 6 (seis) Especialidades, em pelo menos três Ramos de Conhecimento, dentre as quais sendo obrigatória a de Primeiros Socorros, pelo menos no Nível 2.


Cordão Verelho e Branco
Concedido pela Diretoria do Nível Local a que se encontra vinculado o jovem, por proposta dos Escotistas da Seção, ao escoteiro portador do Cordão de Eficiência Verde e Amarelo e especialmente recomendado pela Corte de Honra de sua Tropa que possuir, no mínimo, 12 (doze) Especialidades, em pelo menos quatro Ramos de Conhecimento, dentre as quais sendo obrigatórias as de Cozinheiro e Acampador, pelo menos no Nível 2.


Lis de Ouro
Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao escoteiro especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa;

Ramo Sênior

Ramo Pioneiro

Estágio Introdutório


Estágio Probatório


Insígnia Pioneira


Insígnia da Cidadania


Insígnia de B.P.

Orientação


MODO DE SEGURAR NUMA BÚSSOLAAo usares a bússola, deves sempre colocá-la o mais na horizontal possível. Se fizeres leituras com a bússola inclinada estarás a cometer erros.
O polegar deve estar corretamente encaixado na respectiva argola, com o indicador dobrado debaixo da bússola, suportando-a numa posição nivelada.

NOMENCLATURA DE UMA BÚSSOLA
Nunca se devem fazer leituras com a bússola perto de objetos metálicos ou de circuitos elétricos. Assim, podes ver no quadro abaixo exemplos de objetos e respectivas distâncias que deves respeitar quando quiseres fazer uma leitura da tua bússola.
DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE UTILIZAÇÃO DA BÚSSOLA
OBJETOS
DISTÂNCIA
linhas de alta tensão
60 m
fios telefônicos
10 m
arame farpado
10 m
carro
10 m
machado
1,5 m

O QUE É UM AZIMUTE


Um azimute é uma direção definida em graus, variando de 0º a 360º. Existem outros sistemas de medida de azimutes, tais como o milésimo e o grado, mas o mais usado pelos Escoteiros é o Grau. A direção de 0º graus corresponde ao Norte, e aumenta no sentido direto dos ponteiros do relógio.
Exemplo de um azimute de 60º

Há 3 tipos de azimutes a considerar:
Azimute Magnético: quando medido a partir do Norte Magnético (indicado pela bússola);
Azimute Geográfico: quando medido a partir do Norte Geográfico (direção do Pólo Norte)
Azimute Cartográfico: quando medido a partir do Norte Cartográfico (direção das linhas verticais das quadrículas na carta).

COMO DETERMINAR O AZIMUTE MAGNÉTICO DE UM ALVO


Querendo-se determinar o azimute magnético de um alvo usando uma bússola há que, primeiro, alinhar a fenda de pontaria com a linha de pontaria e com o alvo. Depois deste alinhamento, espreita-se pela ocular para o mostrador e lê-se a medida junto ao ponto de referência.Todo este processo deve ser feito sem deslocar a bússola, porque assim alteraria a medida. O polegar deve estar corretamente encaixado na respectiva argola, com o indicador dobrado debaixo da bússola, suportando-a numa posição nivelada.

COMO APONTAR UM AZIMUTE MAGNÉTICO
Querendo apontar um azimute magnético no terreno, para se seguir um percurso nessa direção, por exemplo, começa-se por rodar a bússola, constantemente nivelada, de modo a que o ponto de referência coincida com o azimute pretendido. Isto é feito mirando através da ocular para o mostrador. Uma vez que o ponto de referência esteja no azimute, espreita-se pela fenda de pontaria e pela linha de pontaria, fazendo coincidir as duas, e procura-se ao longe, um ponto do terreno que possa servir de referência. Caso não haja um bom ponto de referência no terreno, pode servir bastão da patrulha que, entretanto, se deslocou para a frente do azimute e se colocou na sua direção.

COMO MARCAR UM AZIMUTE NUMA CARTA


Para marcar um azimute numa carta, basta usar um transferidor. Coloca-se a base do transferidor (linha 0º - 180º) paralela às linhas verticais das quadrículas da carta e o ponto de referência sobre o ponto a partir do qual pretendemos traçar o azimute. De seguida faz-se uma marca na carta mesmo junto ao ponto de graduação do transferidor correspondente ao ângulo do azimute que pretendemos traçar. Por fim, traçamos uma linha a unir o nosso ponto de partida e a marca do azimute.

Exemplo para marcar um azimute de 55º a partir de uma Igreja
A Igreja, a partir da qual se pretende marcar um azimute de 55ºO transferidor alinhado com as linhas verticais das quadrículas, e com o ponto de referência sobre a igreja.O azimute de 55º traçado a partir da Igreja e passando pela marca correspondente aos 55º graus.

O AZIMUTE INVERSO


O Azimute Inverso é o azimute de direção oposta.Por exemplo, o Azimute Inverso de 90º (Este) é o de 270º (Oeste).
Para o calcular basta somar ou subtrair 180º ao azimute em causa, consoante este é, respectivamente, menor ou maior do que 180º.

EXEMPLO DOS CÁLCULOS PARA CALCULAR O AZIMUTE INVERSO DE 65º E DE 310º
Azimute
Operação
Azimute Inverso
65º
como é inferior a 180º deve-se somar 180º
65º + 180º = 245º
310º
como é superior a 180º deve-se subtrair 180º
310º - 180º = 130º

MÉTODO DA TRIANGULAÇÃO PARA DETERMINAR A NOSSA POSIÇÃO NUMA CARTA


Este método permite-nos localizar, com bastante precisão, a nossa posição numa carta.
Segue-se um exemplo de como utilizar este método. Começa-se por identificar, no terreno e na carta, dois pontos à vista. Neste caso escolheu-se um marco geodésico e um cruzamento, pois ambos estão à vista do observador e são facilmente identificáveis na carta através dos seus símbolos.De seguida, com a bússola determinam-se os azimutes dos dois pontos, 340º e 30º, respectivamente para o marco geodésico e para o cruzamento.
Conhecidos os azimutes, passamos a calcular os azimutes inversos respectivos: 160º é o azimute inverso de 340º e 210º o de 30º.Na carta, e com o auxílio de um transferidor, traçam-se os azimutes inversos a partir de cada um dos pontos (160º para o marco geodésico e 210º para o cruzamento).
O ponto onde as linhas dos dois azimutes inversos se cruzam corresponde à nossa localização.

MÉTODO DA TRIANGULAÇÃO PARA IDENTIFICAR UM PONTO DO TERRENO NA CARTA


Este método permite-nos, com bastante precisão, identificar um determinado ponto do terreno à nossa frente na carta.O seguinte exemplo usa a mesma localização que o anterior. Desta vez, pretende-se localizar na carta o ponto onde está o Totem de Patrulha.
É preciso que um escoteiro vá até aos dois pontos com uma bússola e meça os azimutes desses pontos para o Totem. Depois disso, não é preciso calcular os azimutes inversos, porque basta usar os mesmos azimutes para traçar as linhas na carta e obter os pontos (tal como na figura do exemplo anterior).